Sobre
Sobre Ana Paula Volpi
Durante quase duas décadas, desenvolvi minha carreira no mundo corporativo. Iniciei minha trajetória como estagiária e, ao longo desse percurso, cheguei a uma posição executiva, liderando simultaneamente mais de cinco áreas estratégicas e dezenas de colaboradores.

Ninguém muda de vida porque descobriu a resposta. Muda porque parou de conseguir ignorar a pergunta.
Antes da clínica
Foi através desta trajetória que percebi que queria dedicar minha vida a compreender o ser humano por uma perspectiva mais profunda do que a gestão poderia oferecer.
Essa experiência me ensinou muito sobre liderança, gestão e desenvolvimento humano. Mas, acima de tudo, mostrou que meu maior interesse nunca esteve apenas nos resultados, e sim em compreender o que movia ou impedia as pessoas de alcançá-los. De trabalhar com sua potência de vida.
Foi essa inquietação que me levou a uma profunda transição de carreira e ao encontro da Psicanálise.
Como eu cheguei à psicanálise
Esse processo de transformação começou pela minha própria história, como acredito que deva acontecer com todo psicanalista. Antes de cuidar da história do outro, fui convidada a olhar para a minha. A partir daí vieram os estudos, as especializações e a construção de uma nova trajetória profissional.
A formação em Sexologia me deu vocabulário para um assunto que aparece muito no consultório e que quase ninguém sabe onde colocar. A análise corporal me ensinou a perceber o que o corpo mostra antes da pessoa conseguir dizer, e isso funciona na tela do mesmo jeito: a postura, a respiração, o que trava na voz.
Hoje atuo exclusivamente como Psicanalista e sou profundamente realizada com a profissão que escolhi. Ao longo dessa jornada, já realizei mais de 2.500 atendimentos clínicos, acompanhando pessoas em seus processos de autoconhecimento, elaboração emocional e transformação das relações que constroem consigo mesmas e com os outros.
Além do consultório
Além da clínica, dedico parte do meu trabalho à especialização de terapeutas, compartilhando uma prática clínica baseada na identificação e na leitura das necessidades emocionais de cada paciente. Supervisiono também a condução de casos de quem já atende.
Também desenvolvo conteúdos, cursos e programas voltados ao público em geral, com o propósito de tornar a psicanálise mais acessível e aplicável ao cotidiano, ajudando pessoas a compreenderem suas emoções, fortalecerem seus relacionamentos e viverem de forma mais consciente.
Como eu trabalho
Meu propósito se tornou ajudar pessoas a desenvolverem relações mais conscientes, profundas e saudáveis com os outros, mas, principalmente, consigo mesmas.
Acredito que compreender a própria história não muda o passado, mas transforma profundamente a maneira como vivemos o presente e construímos o futuro. É essa transformação que busco promover em cada atendimento, aula e conteúdo que compartilho.
Não me posiciono como quem tem a resposta certa sobre a sua vida. A resposta é sua. O que eu faço é sustentar o espaço onde ela pode aparecer.
O método por trás disso está descrito em psicanálise, e o processo de um jeito mais amplo em terapia.
Quem chega até mim
Gente muito diferente, com assuntos muito diferentes. Relações que se repetem, ansiedade, depressão, luto, sexualidade, conflitos de família, decisões grandes que travaram, e também quem só quer se conhecer melhor sem ter um problema para apontar.
Atendo crianças, adolescentes e adultos, e também casais. Cada idade pede um jeito diferente de conduzir, e com criança o trabalho envolve os responsáveis desde o começo. Isso a gente combina na conversa inicial.
Nunca achei que existisse demanda pequena demais para ser trazida. O que parece bobagem costuma ser exatamente a porta.
Onde eu atendo
Online, por Google Meet, para todo o Brasil e para brasileiros que moram fora do país. E presencialmente em São Paulo, sob agendamento. As sessões duram cerca de cinquenta minutos e acontecem, em geral, uma vez por semana.
Se você está em sofrimento intenso agora ou pensando em se machucar, procure ajuda imediata. O CVV atende no 188, gratuito e 24 horas, e o SAMU no 192. Terapia é acompanhamento contínuo, não canal de urgência.
Perguntas frequentes
Você é psicóloga?
Não. Sou psicanalista, que é uma formação e uma prática próprias. São coisas diferentes, e a diferença muda o tipo de acompanhamento que você procura.
Você atende quem já faz ou já fez terapia com outro profissional?
Sim, e é comum. Tem quem chegue depois de um processo que terminou, quem queira experimentar outra abordagem e quem esteja em acompanhamento médico e queira somar a análise a ele. O que não faço é opinar sobre a conduta de outro profissional nem sobre a sua medicação. Isso é assunto de quem prescreveu.
Quem você atende? Crianças, adolescentes, adultos, casais?
Todos. Atendo crianças, adolescentes e adultos, individualmente, e também casais. Atendo ainda quem chega sozinho por causa de uma relação, o que é mais comum do que parece. No caso de criança, o trabalho envolve os responsáveis desde o começo. Na conversa inicial a gente vê qual formato faz sentido para o seu caso.
Onde você atende?
Online, por Google Meet, para todo o Brasil e para brasileiros que moram fora do país. E presencialmente em São Paulo, sob agendamento.
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- Terapia: o que é, como funciona e para quem faz sentido
O que acontece de fato em um processo de terapia, quando ele costuma fazer sentido e como são as sessões. Atendimento online para todo o Brasil e presencial em São Paulo.
- Psicanálise: a abordagem, e o que ela faz diferente
Como a psicanálise escuta o que se repete, o que angustia e o que insiste sem explicação. A abordagem, o método e o que esperar de um processo, sem promessa de solução rápida.
Se você quer conversar sobre o seu momento, o primeiro passo é uma mensagem. Atendo online para todo o Brasil e para brasileiros que moram fora, e presencialmente em São Paulo, sob agendamento.
Agendar uma sessãoAtualizado em 06 de agosto de 2026.
